A alma certa é a sua.
Descubra-se.
Ame-se.
Mais do que encontrar a pessoa certa; é vital encontrar-se a si mesmo.
domingo, 26 de setembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
UMA CARA – MUITAS CARAS
Estamos tão preocupados com o que os outros pensam de nós que esquecemos quem somos...
E, principalmente o que viemos fazer aqui.
Idealizamos tanto aquilo que gostaríamos de ser que perdemos nossa identidade fingindo ser o que não somos.
Criamos o nosso jeitão de ser, a nossa marca registrada, mas ele é muito cover, não representa de verdade o que somos.
Estamos tão entretidos em representar um papel no circo da vida que não nos enxergamos, perdemos a identidade; se é que um dia já a tivemos. Será que isso é descuido ou loucura?
Somos muito aloprados, fazemos uma confusão danada entre o personagem que representamos no momento e o ator que somos. Misturamos a personalidade do personagem com a nossa. Agimos e reagimos como se um fosse o outro.
Passamos tanto tempo tentando esconder dos outros alguns de nossos impulsos, algumas de nossas tendências e características de personalidade que perdemos contato com nós mesmos e com nosso mundo íntimo. Nos tornamos o grande desconhecido para nós mesmos.
Projetamos nossa figura num espelho que reflete imagens distorcidas.
A visão que cada pessoa tem de si mesma é deturpada tanto para a superioridade quanto para a inferioridade. Depende das expectativas que aprendeu a criar sobre si mesma.
Se alguém te perguntar: - não se enxerga não?
Não se ofenda nem se irrite; agradeça e pare para pensar. O outro talvez se achando o máximo, não percebeu que com essa podada pode ter sido um escândalo muito útil para você.
Nem somos autênticos, quase tudo do nosso jeitão de ser é copiado dos outros. Nossas falas, nossas roupas, nossas atitudes, nossa postura corporal.
No entanto, somos muito exigentes com os outros, e críticos.
É preciso cair na real:
Pessoas transparentes e sempre verdadeiras ainda são raras.
Mas, cuidado para não imaginar, como alguns o fazem, que as pessoas verdadeiras estão em extinção, que as de antigamente eram mais amigas e verdadeiras; é exatamente ao contrário, hoje elas estão se tornando mais transparentes; pena que ainda muito mais sob a pressão do fluxo dos acontecimentos do que por uma opção consciente.
Por que agimos assim?
Uma parte dessa tendência de criar muitas caras como se fossem máscaras que usamos segundo as circunstâncias e conveniências é inata, coisa de nascença; mas a maior parte dessa tendência é aprendida com os adultos durante nossa educação.
A criança copia, adota modelos e os segue...
Muitas vezes detestamos as muitas caras dos outros, porque fazemos questão de ignorar ou de esquecer que fazemos a mesma coisa.
Quanto menos transparentes nós somos, maior a dificuldade em aceitar não apenas duas, mas nossas muitas caras.
Admiramos pessoas relativamente autênticas e que também de forma relativa sabem quem são e o que querem da vida. Pessoas que até invejamos. No entanto, esse tipo de pessoa não recebeu isso da vida, conquistou, trabalhou para atingir esse estágio.
Não apenas podemos, devemos tentar nos tornarmos cada dia mais transparentes.
Como é possível nos livrarmos das máscaras das muitas caras?
O primeiro passo é tomarmos contato com a nossa realidade íntima e aceitarmos a nossa condição de muitas e interesseiras caras.
Como fazer isso?
É preciso anotar. Sem anotar não dá. Lidamos com tanta coisa ao mesmo tempo que logo esquecemos tudo.
Anote quando fala sem pensar, pois é você que está falando.
Quando reage sem pensar é você inteiro e puro, sem distorção da mente.
Tudo que mais detesta nas outras pessoas é o seu lado mais negado se projetando, caso contrário o que o outro pensa, sente ou faz não teria a mínima importância, passaria em brancas nuvens.
Estude sua vida segundo a lei de eletromagnetismo.
Humilhações freqüentes? Anote o orgulho.
Perdas seguidas? Anote a avareza.
É traído com relativa facilidade? Anote o ciúmes, etc.
Mais consciente de si mesmo passe a vigiar a clareza de suas intenções.
Anote quando seus pensamentos e sentimentos discordarem de seus atos e de suas palavras.
O prazer e a alegria de estar em paz consigo mesmo não tem preço nem nada pode se igualar a isso.
E, principalmente o que viemos fazer aqui.
Idealizamos tanto aquilo que gostaríamos de ser que perdemos nossa identidade fingindo ser o que não somos.
Criamos o nosso jeitão de ser, a nossa marca registrada, mas ele é muito cover, não representa de verdade o que somos.
Estamos tão entretidos em representar um papel no circo da vida que não nos enxergamos, perdemos a identidade; se é que um dia já a tivemos. Será que isso é descuido ou loucura?
Somos muito aloprados, fazemos uma confusão danada entre o personagem que representamos no momento e o ator que somos. Misturamos a personalidade do personagem com a nossa. Agimos e reagimos como se um fosse o outro.
Passamos tanto tempo tentando esconder dos outros alguns de nossos impulsos, algumas de nossas tendências e características de personalidade que perdemos contato com nós mesmos e com nosso mundo íntimo. Nos tornamos o grande desconhecido para nós mesmos.
Projetamos nossa figura num espelho que reflete imagens distorcidas.
A visão que cada pessoa tem de si mesma é deturpada tanto para a superioridade quanto para a inferioridade. Depende das expectativas que aprendeu a criar sobre si mesma.
Se alguém te perguntar: - não se enxerga não?
Não se ofenda nem se irrite; agradeça e pare para pensar. O outro talvez se achando o máximo, não percebeu que com essa podada pode ter sido um escândalo muito útil para você.
Nem somos autênticos, quase tudo do nosso jeitão de ser é copiado dos outros. Nossas falas, nossas roupas, nossas atitudes, nossa postura corporal.
No entanto, somos muito exigentes com os outros, e críticos.
É preciso cair na real:
Pessoas transparentes e sempre verdadeiras ainda são raras.
Mas, cuidado para não imaginar, como alguns o fazem, que as pessoas verdadeiras estão em extinção, que as de antigamente eram mais amigas e verdadeiras; é exatamente ao contrário, hoje elas estão se tornando mais transparentes; pena que ainda muito mais sob a pressão do fluxo dos acontecimentos do que por uma opção consciente.
Por que agimos assim?
Uma parte dessa tendência de criar muitas caras como se fossem máscaras que usamos segundo as circunstâncias e conveniências é inata, coisa de nascença; mas a maior parte dessa tendência é aprendida com os adultos durante nossa educação.
A criança copia, adota modelos e os segue...
Muitas vezes detestamos as muitas caras dos outros, porque fazemos questão de ignorar ou de esquecer que fazemos a mesma coisa.
Quanto menos transparentes nós somos, maior a dificuldade em aceitar não apenas duas, mas nossas muitas caras.
Admiramos pessoas relativamente autênticas e que também de forma relativa sabem quem são e o que querem da vida. Pessoas que até invejamos. No entanto, esse tipo de pessoa não recebeu isso da vida, conquistou, trabalhou para atingir esse estágio.
Não apenas podemos, devemos tentar nos tornarmos cada dia mais transparentes.
Como é possível nos livrarmos das máscaras das muitas caras?
O primeiro passo é tomarmos contato com a nossa realidade íntima e aceitarmos a nossa condição de muitas e interesseiras caras.
Como fazer isso?
É preciso anotar. Sem anotar não dá. Lidamos com tanta coisa ao mesmo tempo que logo esquecemos tudo.
Anote quando fala sem pensar, pois é você que está falando.
Quando reage sem pensar é você inteiro e puro, sem distorção da mente.
Tudo que mais detesta nas outras pessoas é o seu lado mais negado se projetando, caso contrário o que o outro pensa, sente ou faz não teria a mínima importância, passaria em brancas nuvens.
Estude sua vida segundo a lei de eletromagnetismo.
Humilhações freqüentes? Anote o orgulho.
Perdas seguidas? Anote a avareza.
É traído com relativa facilidade? Anote o ciúmes, etc.
Mais consciente de si mesmo passe a vigiar a clareza de suas intenções.
Anote quando seus pensamentos e sentimentos discordarem de seus atos e de suas palavras.
O prazer e a alegria de estar em paz consigo mesmo não tem preço nem nada pode se igualar a isso.
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
SOU ELE OU ELA? – DÚVIDAS A RESPEITO DA POLARIDADE SEXUAL
Nem o frustrado e problemático Platão que apenas pensava muito mais do que nós; acreditava em amor platônico.
A antiga paródia da infância na dúvida sobre escolher; jogava-se a responsabilidade na mãe bruxa: Minha mãe mandou escolher esse aqui – mas como o instinto materno vem perdendo terreno; logo derivaram para o oposto; minha mãe mandou escolher este aqui; mas, como eu sou teimoso escolho este daqui...
Na área da sexualidade hoje são tantas as opções que a mídia coloca que a velha brincadeira mudou.
Minha mãe mandou tentar neste aqui; mas, como o ícone da mídia disse que é mais gostoso e está na moda; pode virar onde você quiser. Minha mãe mandou colocar lá; mas, como sou curioso – pode enfiar aqui...
Sem dúvida que o sexo é a mais deliciosa armadilha Divina na caminhada da reciclagem de padrão vibratório. Tem gente que prefere comida e chocolate a sexo; mas, cada um com suas tendências e preferências respeitáveis – pois, a língua tornou-se um artefato sexual de primeira linha, para alguns; nada desprezível; desde que bem usada – até as papilas gustativas e as células do olfato entram na jogada.
Mas, brincadeiras de livre arbítrio á parte:
No campo da evolução pessoal: o desequilíbrio do centro de força genésico é devastador tanto no pessoal quanto no familiar e social; pois afeta a maioria dos outros chakras, causando lesões e disfunções no corpo físico; e deixando terreno propício para doenças sexualmente transmissíveis; e até guerras e revoluções.
No mercado das ilusões e das sensações nada fica barato; daí:
Os desequilíbrios não corrigidos no devido tempo, são impressos no DNA do corpo astral; reaparecendo no próximo corpo físico, como malformações, esterilidade...; além de tendências para problemas mentais e emocionais: alterações de conduta, viciações, impulsos, taras, desequilíbrio sentimental, pobreza de sentimentos, aversão ao sexo, emoções primárias exacerbadas e dominantes ou perversão dos instintos; e, elas permanecem lição após lição até que o equilíbrio seja alcançado através do esforço ativo, muito lentamente; pois a mente em desalinho e repleta de clichês sensuais impossibilita manter o pensamento em ordem.
Mas, afinal – hoje - sou ele ou ela?
A rigor, a alma não apresenta polarização sexual definida e definitiva, como no plano físico; mas, cada um de nós tem no inconsciente, gravadas experiências adquiridas tanto num quanto noutro. Mesmo no plano físico temos hormônios masculinos e femininos ao mesmo tempo. Polarizado na condição de homem, predominam os masculinos (cuidado com o uso da soja em quantidade) e, a mesma coisa, vale para quem se encontra no sexo feminino.
Em cada polaridade; há tarefas específicas e particulares, dentro do programa da evolução pessoal; algumas delas concordantes com as escolhas do passado; seja de aperfeiçoamento ou de correção.
Cada consciência individual deve ficar polarizada em determinado “sexo físico” durante um ciclo de tempo, necessário às experiências escolhidas; e, a mudança de polaridade deve ser feita de forma planejada e disciplinada.
Como a morte não nos transforma em sábios nem em ignorantes, as mesmas necessidades fixadas e doentias que temos aqui quando em 3D as teremos lá no plano espiritual (4D), em maior intensidade.
Informações seguras e confiáveis, em livros de boa procedência (as de André Luiz – psicografia de Francisco Xavier: SEXO E DESTINO, por exemplo – talvez o próximo filme dos produtores de Nosso Lar) nos alertam com freqüência que a sexualidade em desalinho é o principal foco de relações espirituais obsessivas e danosas.
Assunto denso e gostoso.
Que venham sugestões de posição; mas, apenas, de ponto de vista...
A antiga paródia da infância na dúvida sobre escolher; jogava-se a responsabilidade na mãe bruxa: Minha mãe mandou escolher esse aqui – mas como o instinto materno vem perdendo terreno; logo derivaram para o oposto; minha mãe mandou escolher este aqui; mas, como eu sou teimoso escolho este daqui...
Na área da sexualidade hoje são tantas as opções que a mídia coloca que a velha brincadeira mudou.
Minha mãe mandou tentar neste aqui; mas, como o ícone da mídia disse que é mais gostoso e está na moda; pode virar onde você quiser. Minha mãe mandou colocar lá; mas, como sou curioso – pode enfiar aqui...
Sem dúvida que o sexo é a mais deliciosa armadilha Divina na caminhada da reciclagem de padrão vibratório. Tem gente que prefere comida e chocolate a sexo; mas, cada um com suas tendências e preferências respeitáveis – pois, a língua tornou-se um artefato sexual de primeira linha, para alguns; nada desprezível; desde que bem usada – até as papilas gustativas e as células do olfato entram na jogada.
Mas, brincadeiras de livre arbítrio á parte:
No campo da evolução pessoal: o desequilíbrio do centro de força genésico é devastador tanto no pessoal quanto no familiar e social; pois afeta a maioria dos outros chakras, causando lesões e disfunções no corpo físico; e deixando terreno propício para doenças sexualmente transmissíveis; e até guerras e revoluções.
No mercado das ilusões e das sensações nada fica barato; daí:
Os desequilíbrios não corrigidos no devido tempo, são impressos no DNA do corpo astral; reaparecendo no próximo corpo físico, como malformações, esterilidade...; além de tendências para problemas mentais e emocionais: alterações de conduta, viciações, impulsos, taras, desequilíbrio sentimental, pobreza de sentimentos, aversão ao sexo, emoções primárias exacerbadas e dominantes ou perversão dos instintos; e, elas permanecem lição após lição até que o equilíbrio seja alcançado através do esforço ativo, muito lentamente; pois a mente em desalinho e repleta de clichês sensuais impossibilita manter o pensamento em ordem.
Mas, afinal – hoje - sou ele ou ela?
A rigor, a alma não apresenta polarização sexual definida e definitiva, como no plano físico; mas, cada um de nós tem no inconsciente, gravadas experiências adquiridas tanto num quanto noutro. Mesmo no plano físico temos hormônios masculinos e femininos ao mesmo tempo. Polarizado na condição de homem, predominam os masculinos (cuidado com o uso da soja em quantidade) e, a mesma coisa, vale para quem se encontra no sexo feminino.
Em cada polaridade; há tarefas específicas e particulares, dentro do programa da evolução pessoal; algumas delas concordantes com as escolhas do passado; seja de aperfeiçoamento ou de correção.
Cada consciência individual deve ficar polarizada em determinado “sexo físico” durante um ciclo de tempo, necessário às experiências escolhidas; e, a mudança de polaridade deve ser feita de forma planejada e disciplinada.
Como a morte não nos transforma em sábios nem em ignorantes, as mesmas necessidades fixadas e doentias que temos aqui quando em 3D as teremos lá no plano espiritual (4D), em maior intensidade.
Informações seguras e confiáveis, em livros de boa procedência (as de André Luiz – psicografia de Francisco Xavier: SEXO E DESTINO, por exemplo – talvez o próximo filme dos produtores de Nosso Lar) nos alertam com freqüência que a sexualidade em desalinho é o principal foco de relações espirituais obsessivas e danosas.
Assunto denso e gostoso.
Que venham sugestões de posição; mas, apenas, de ponto de vista...
sábado, 4 de setembro de 2010
SEXO E DESTINO
Sem desculpas de ter nascido sob as energias do signo de escorpião; isso foi apenas uma dica cósmica, como tantas outras oferecidas pela cosmologia e pela astrologia.
Se eu pudesse qualificar e quantificar meus problemas existenciais; eu diria que parte está ligada ás energias projetadas na sexualidade (uma das expressões da Divindade no ato da criação). Nada a ver com perversão ou crimes; apenas com falta de domínio sobre tendências e impulsos.
Sou hetero normal; carente abusado; obsediado concordante; viciado; daí mentiroso e não confiável: traidor e traído em potencial.
Confesso que em certas épocas de pseudo-sábio; eu desdenhei o problemático Freud; mas, a cada vivencia do dia a dia; eu reconheço sua visão de mundo como próxima da nossa verdade e da realidade, nesse mundo de polaridades ou da falta delas.
A energia sexual é força de potencial imenso no progresso humano. Quando em equilíbrio revigora, harmoniza, impulsiona, dá vida, desenvolve e liberta; faz desabrochar o gérmen do amor na interação entre criaturas; impulsiona o progresso.
Mas:
Ao contrário:
Quando em desequilíbrio: descarrega energias, enlouquece, aprisiona, exacerba o egoísmo e o orgulho; nessas condições não ocorre troca; usa - se ou possui-se, vende-se ou troca-se, o que gera débitos a serem corrigidos futuramente – tal e qual ocorre nas relações humanas mais importantes como entre médico e pacientes; vendedores e compradores; políticos e eleitores...
Somos capazes de desviar e viciar instintos de perpetuação da espécie; que levaram milhões de anos em desenvolvimento; além disso; teimamos também em viciar a fisiologia; pois comemos sem ter fome (instinto de sobrevivência). Matamos por esporte ou lazer. Usamos a energia sexual por puro prazer (instinto de perpetuação da espécie) chegando às raias do egoísmo desajustado: somos os únicos que tem relação sexual sozinhos. E os que pagam para fazer sexo; e, se prostituem com moedas que vão do monetário ao afetivo e psicológico.
Um recurso tão poderoso na mão de crianças em evolução; sem dúvida poderia tornar-se um brinquedo perigoso. Daí, o uso das energias sexuais, tornou-se um foco de desequilíbrios, cujo conjunto causa - efeito flui e reflui vida após vida; nas tendências inatas para adoecer; e, é um dos principais veículos detonadores de violências, traições, assassinatos, suicídios; o que gera débitos que atravessarão séculos ou milênios até o inexorável resgate ou reparação.
Uma das matérias mais instigantes da evolução humana; quem a dominar, segue...
O AMOR NÃO TEM SEXO NEM É POLAR OU BIPOLAR – é apenas amor...
Não dê ouvidos aos que dizem que o mundo está perdido; não; ao contrário; ele apenas está se achando. Estamos apenas refazendo velhas lições; e dentre elas; a do uso do sexo como veículo de promoção social, comercial, artística e cultural. Isso é bem antigo e, as maiores vítimas do consumismo sexual são as crianças e os jovens. Aí estão nos noticiários do cotidiano, as ocorrências dos prazeres sexuais, dos amores descontrolados, traições, vinganças, morte.
A dica é simples: para praticar e desenvolver a sexualidade como força de transmutação encontre o parceiro ideal.
Quem tiver a receita – esteja á vontade...
Se eu pudesse qualificar e quantificar meus problemas existenciais; eu diria que parte está ligada ás energias projetadas na sexualidade (uma das expressões da Divindade no ato da criação). Nada a ver com perversão ou crimes; apenas com falta de domínio sobre tendências e impulsos.
Sou hetero normal; carente abusado; obsediado concordante; viciado; daí mentiroso e não confiável: traidor e traído em potencial.
Confesso que em certas épocas de pseudo-sábio; eu desdenhei o problemático Freud; mas, a cada vivencia do dia a dia; eu reconheço sua visão de mundo como próxima da nossa verdade e da realidade, nesse mundo de polaridades ou da falta delas.
A energia sexual é força de potencial imenso no progresso humano. Quando em equilíbrio revigora, harmoniza, impulsiona, dá vida, desenvolve e liberta; faz desabrochar o gérmen do amor na interação entre criaturas; impulsiona o progresso.
Mas:
Ao contrário:
Quando em desequilíbrio: descarrega energias, enlouquece, aprisiona, exacerba o egoísmo e o orgulho; nessas condições não ocorre troca; usa - se ou possui-se, vende-se ou troca-se, o que gera débitos a serem corrigidos futuramente – tal e qual ocorre nas relações humanas mais importantes como entre médico e pacientes; vendedores e compradores; políticos e eleitores...
Somos capazes de desviar e viciar instintos de perpetuação da espécie; que levaram milhões de anos em desenvolvimento; além disso; teimamos também em viciar a fisiologia; pois comemos sem ter fome (instinto de sobrevivência). Matamos por esporte ou lazer. Usamos a energia sexual por puro prazer (instinto de perpetuação da espécie) chegando às raias do egoísmo desajustado: somos os únicos que tem relação sexual sozinhos. E os que pagam para fazer sexo; e, se prostituem com moedas que vão do monetário ao afetivo e psicológico.
Um recurso tão poderoso na mão de crianças em evolução; sem dúvida poderia tornar-se um brinquedo perigoso. Daí, o uso das energias sexuais, tornou-se um foco de desequilíbrios, cujo conjunto causa - efeito flui e reflui vida após vida; nas tendências inatas para adoecer; e, é um dos principais veículos detonadores de violências, traições, assassinatos, suicídios; o que gera débitos que atravessarão séculos ou milênios até o inexorável resgate ou reparação.
Uma das matérias mais instigantes da evolução humana; quem a dominar, segue...
O AMOR NÃO TEM SEXO NEM É POLAR OU BIPOLAR – é apenas amor...
Não dê ouvidos aos que dizem que o mundo está perdido; não; ao contrário; ele apenas está se achando. Estamos apenas refazendo velhas lições; e dentre elas; a do uso do sexo como veículo de promoção social, comercial, artística e cultural. Isso é bem antigo e, as maiores vítimas do consumismo sexual são as crianças e os jovens. Aí estão nos noticiários do cotidiano, as ocorrências dos prazeres sexuais, dos amores descontrolados, traições, vinganças, morte.
A dica é simples: para praticar e desenvolver a sexualidade como força de transmutação encontre o parceiro ideal.
Quem tiver a receita – esteja á vontade...
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
VIDA EM FAMÍLIA - RECICLAR PARADIGMAS – RECRIAR REGRAS
Meu bem; meu mal; minha vida...
Em se tratando de jogos de amor, hoje, nada mais é igual antes.
A incrível sensação de estar só e de ser mal amado é um dos efeitos colaterais de começar o LOVE GAME usando chips, softwares e códigos antigos.
Muitos precisam ser revistos, exemplo: deixar descendentes. Crescemos e somos treinados para constituir família, amar e ser amados. Quando isso não acontece há frustrações, decepções, angústia, depressão e até pânico.
No Love Game antigo:
Uma das metas é por uma metade que nos complete.
È necessário; tornar compatível o hardware do nosso PC interior com os softwares da hora.
Daí que, um dos objetivos da reavaliação dos jogos de amor é reciclar paradigmas; portanto ela vai trazer á discussão passo a passo a cada participante uma janela:
ESQUEÇA.
Esqueça boa parte do que aprendeu até hoje.
Para sermos felizes temos que ser inteiros, não depender de nada nem de pessoa alguma.
Jogue antigos conceitos sobre amor na LIXEIRA; sem medo de ser feliz.
Mas, atenção: Cada fase do desmanche de paradigmas comporta situações peculiares - exemplo: a fé em tudo e no objeto do seu amor.
Basta acreditar simplesmente?
Não – para superar cada etapa é preciso: querer, saber, lutar, persistir e nunca desistir de tentar entender melhor a vida.
Não por alguém, mas por si – enquanto não estamos em paz e amor com nós mesmos; esqueçamos propiciar isso aos outros. Atenção: nenhum novo paradigma que criemos em substituição a antigos pode ser considerado definitivo – portanto, muito cuidado quando for esvaziar sua lixeira de crenças.
Algumas crenças parecem ser eternamente verdadeiras, por exemplo:
Nada nos fará felizes, enquanto não abrirmos as portas da felicidade a nós mesmos.
A descoberta de que nada; nem pessoa alguma nos tornará felizes para sempre é sofrida desde as fases mais primárias do LG: até com relação ao amor de mãe.
Um amor só meu?
Claro que nos sentimos desamparados desde o nascimento, pois durante os primeiros anos de vida imaginamos que o amor de nossa mãe seja exclusividade nossa; - uma mãe só minha, um amor só meu - e um belo dia, nós temos que dividi-lo - daí que uma das tarefas do game é renascer, recriar, transformar pensamentos, emoções e atitudes na forma possessiva de sentir o amor.
Queda após queda do egoísmo e do sentimento de posse nós levantamos mais fortalecidos; desde que trabalhemos no próprio refazer.
E a cada renascimento que, acontece tanto no tempo quanto no espaço criamos a possibilidade de avançar aprendendo novas jogadas (escolha adequada). Após cada fase superada ganhamos mais bônus para continuar no game.
Outro exemplo de reciclagem de paradigma: quando na maior parte do tempo vemos e sentimos nossos familiares ou amores como causa e efeito de nossas dores, é melhor reciclar nossos conceitos sobre a origem das dificuldades para seguir adiante; talvez elas não estejam nas outras pessoas; mas em nós mesmos.
Dica:
Não há fusão entre as pessoas; apenas compartilhamento.
A cada um de nós cabe a tarefa de encontrar os paradigmas que devem ser reciclados com mais urgência.
O que estou fazendo com os meus?
Em se tratando de jogos de amor, hoje, nada mais é igual antes.
A incrível sensação de estar só e de ser mal amado é um dos efeitos colaterais de começar o LOVE GAME usando chips, softwares e códigos antigos.
Muitos precisam ser revistos, exemplo: deixar descendentes. Crescemos e somos treinados para constituir família, amar e ser amados. Quando isso não acontece há frustrações, decepções, angústia, depressão e até pânico.
No Love Game antigo:
Uma das metas é por uma metade que nos complete.
È necessário; tornar compatível o hardware do nosso PC interior com os softwares da hora.
Daí que, um dos objetivos da reavaliação dos jogos de amor é reciclar paradigmas; portanto ela vai trazer á discussão passo a passo a cada participante uma janela:
ESQUEÇA.
Esqueça boa parte do que aprendeu até hoje.
Para sermos felizes temos que ser inteiros, não depender de nada nem de pessoa alguma.
Jogue antigos conceitos sobre amor na LIXEIRA; sem medo de ser feliz.
Mas, atenção: Cada fase do desmanche de paradigmas comporta situações peculiares - exemplo: a fé em tudo e no objeto do seu amor.
Basta acreditar simplesmente?
Não – para superar cada etapa é preciso: querer, saber, lutar, persistir e nunca desistir de tentar entender melhor a vida.
Não por alguém, mas por si – enquanto não estamos em paz e amor com nós mesmos; esqueçamos propiciar isso aos outros. Atenção: nenhum novo paradigma que criemos em substituição a antigos pode ser considerado definitivo – portanto, muito cuidado quando for esvaziar sua lixeira de crenças.
Algumas crenças parecem ser eternamente verdadeiras, por exemplo:
Nada nos fará felizes, enquanto não abrirmos as portas da felicidade a nós mesmos.
A descoberta de que nada; nem pessoa alguma nos tornará felizes para sempre é sofrida desde as fases mais primárias do LG: até com relação ao amor de mãe.
Um amor só meu?
Claro que nos sentimos desamparados desde o nascimento, pois durante os primeiros anos de vida imaginamos que o amor de nossa mãe seja exclusividade nossa; - uma mãe só minha, um amor só meu - e um belo dia, nós temos que dividi-lo - daí que uma das tarefas do game é renascer, recriar, transformar pensamentos, emoções e atitudes na forma possessiva de sentir o amor.
Queda após queda do egoísmo e do sentimento de posse nós levantamos mais fortalecidos; desde que trabalhemos no próprio refazer.
E a cada renascimento que, acontece tanto no tempo quanto no espaço criamos a possibilidade de avançar aprendendo novas jogadas (escolha adequada). Após cada fase superada ganhamos mais bônus para continuar no game.
Outro exemplo de reciclagem de paradigma: quando na maior parte do tempo vemos e sentimos nossos familiares ou amores como causa e efeito de nossas dores, é melhor reciclar nossos conceitos sobre a origem das dificuldades para seguir adiante; talvez elas não estejam nas outras pessoas; mas em nós mesmos.
Dica:
Não há fusão entre as pessoas; apenas compartilhamento.
A cada um de nós cabe a tarefa de encontrar os paradigmas que devem ser reciclados com mais urgência.
O que estou fazendo com os meus?
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
ESCRAVOS DA MODA
Quanta briga pela autenticidade entre irmãos na infância: Manhê! – O Zezinho ta me imitando! Manda ele parar; senão vou bater nele!
Desde muito cedo, nós ansiamos pelo diferencial; mas, nos disseram que devemos ser parte do rebanho; e, ao longo da aculturação nos deixamos padronizar de forma pouco inteligente.
Um sábio e laureado modista cósmico ganhador de muitos prêmios estelares; aconselhou a não nos preocuparmos muito com essas coisas pouco importantes:
“... Vejam os lírios do campo...” (Jesus).
A preocupação em andar sempre na ultima moda, angustia a muitos; é claro que o vestuário deve ser confortável, adequado ao clima e às condições ambientais.
As roupas devem ser preferencialmente fabricadas à base de tecido de fibras naturais. Roupas apertadas devem se evitadas.
O calçado é responsável por inúmeras disfunções músculo – esqueléticas; evitem-se os de bico fino apertados e com saltos altos; e, cuidado, muito cuidado, ao permanecermos muitas horas nos de solado isolante (borracha e plástico); pois, é vital trocar energia com a terra e, sempre que possível, deve-se permanecer descalço.
Vestuário e calçado são complementos de proteção ambiental; daí que modismos e narcisismo costumam custar caro à saúde; muito mais caro do que a grife, a marca...
Mulheres são as principais vítimas dos modistas (quase sempre homens). Quando recebo em meu consultório meninas em crise existencial onde a aparência está fazendo a diferença; dentre outras coisas digo elas: ao longo de sua vida; não copie moda; crie moda; deixe que as outras pessoas corram o risco de te copiar.
Tente ser sempre você.
Tua imagem te pertence; quem tem que estar bem com ela é você mesma.
Ame-se.
AUTO ESTIMA: QUEM NÃO A TEM AINDA NÃO É...
Desde muito cedo, nós ansiamos pelo diferencial; mas, nos disseram que devemos ser parte do rebanho; e, ao longo da aculturação nos deixamos padronizar de forma pouco inteligente.
Um sábio e laureado modista cósmico ganhador de muitos prêmios estelares; aconselhou a não nos preocuparmos muito com essas coisas pouco importantes:
“... Vejam os lírios do campo...” (Jesus).
A preocupação em andar sempre na ultima moda, angustia a muitos; é claro que o vestuário deve ser confortável, adequado ao clima e às condições ambientais.
As roupas devem ser preferencialmente fabricadas à base de tecido de fibras naturais. Roupas apertadas devem se evitadas.
O calçado é responsável por inúmeras disfunções músculo – esqueléticas; evitem-se os de bico fino apertados e com saltos altos; e, cuidado, muito cuidado, ao permanecermos muitas horas nos de solado isolante (borracha e plástico); pois, é vital trocar energia com a terra e, sempre que possível, deve-se permanecer descalço.
Vestuário e calçado são complementos de proteção ambiental; daí que modismos e narcisismo costumam custar caro à saúde; muito mais caro do que a grife, a marca...
Mulheres são as principais vítimas dos modistas (quase sempre homens). Quando recebo em meu consultório meninas em crise existencial onde a aparência está fazendo a diferença; dentre outras coisas digo elas: ao longo de sua vida; não copie moda; crie moda; deixe que as outras pessoas corram o risco de te copiar.
Tente ser sempre você.
Tua imagem te pertence; quem tem que estar bem com ela é você mesma.
Ame-se.
AUTO ESTIMA: QUEM NÃO A TEM AINDA NÃO É...
sexta-feira, 9 de julho de 2010
AMOR DOENTIO
Volta e meia, nós nos deparamos com notícias de graves desatinos cometidos em nome do amor.
Quais as razões? Que motivos nos levam a isso?
Sem dúvida, a ignorância a respeito do que seja amar realmente.
“Amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo” disse o sábio Jesus.
Amar a tudo e a todos começa pelo aprendizado do amor a nós mesmos. Para que sejamos saudáveis; nossos órgãos e células necessitam de pensamentos, sentimentos, afago, carinho, olhares e palavras amorosas. Os próprios animais se acariciam através do corpo e das brincadeiras. Mas, nós devemos ir mais além; pois somos os únicos com reais possibilidades de sermos éticos no planeta; e para que nos amemos é preciso que aprendamos a nos respeitar e a nos cuidarmos.
Quem ainda é incapaz dessa atitude; não pode dizer que se ama; e muito menos que ama aos outros.
Aceitação é conceito chave.
O primeiro passo, é que a pessoa se aceite tal e qual é, ou melhor; tal e qual ela se fez; pois hoje somos o fruto de nossas escolhas de ontem; e como pensarmos, sentirmos e agirmos hoje; nós determinaremos como seremos amanhã.
Para chegar nesse padrão de comportamento afetivo necessitamos desenvolver maturidade evolutiva; e um dos requisitos é reconhecer-se.
Conhece-te a ti mesmo disse o sábio Sócrates (um dos precursores de Jesus).
A falta de autoconhecimento; e a visão deturpada de nós mesmos é causa de infelicidade.
Alguns sinais de falta de amor próprio
Estamos em desamor conosco; quando não nos aceitamos nem nos gostamos como somos, e até, nos agredimos fisicamente com viciações e exageros de todos os tipos. Não vigiamos o que pensamos, sentimos e o que fazemos conosco, somos suicidas inconscientes.
Alguns sinais indicam auto-estima baixa:
• Desconhecer e não respeitar os próprios limites.
• Portar vícios como: fumo, álcool, drogas, ingerir medicamentos desnecessariamente.
• Adoecer com freqüência.
• Viver em angústia, depressão ou pânico.
• Cultivar sentimentos de menos - valia
• Levar vida sedentária ou praticar exercícios de forma exagerada e narcisista.
• Promover desvios nos instintos, viciando-os para obter prazer. Como fazer do alimento uma fonte de prazer, ser um glutão. Ou também desviar de seus propósitos naturais o uso da energia sexual com exageros ou continências sem sentido.
• A preguiça ou o trabalhar além de seus limites.
• Dismorfismo com fixação mental que leva a anorexia ou desejo interminável de cirurgias plásticas.
Reciclar o conceito de amor é vital para a conquista da felicidade.
Quais as razões? Que motivos nos levam a isso?
Sem dúvida, a ignorância a respeito do que seja amar realmente.
“Amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo” disse o sábio Jesus.
Amar a tudo e a todos começa pelo aprendizado do amor a nós mesmos. Para que sejamos saudáveis; nossos órgãos e células necessitam de pensamentos, sentimentos, afago, carinho, olhares e palavras amorosas. Os próprios animais se acariciam através do corpo e das brincadeiras. Mas, nós devemos ir mais além; pois somos os únicos com reais possibilidades de sermos éticos no planeta; e para que nos amemos é preciso que aprendamos a nos respeitar e a nos cuidarmos.
Quem ainda é incapaz dessa atitude; não pode dizer que se ama; e muito menos que ama aos outros.
Aceitação é conceito chave.
O primeiro passo, é que a pessoa se aceite tal e qual é, ou melhor; tal e qual ela se fez; pois hoje somos o fruto de nossas escolhas de ontem; e como pensarmos, sentirmos e agirmos hoje; nós determinaremos como seremos amanhã.
Para chegar nesse padrão de comportamento afetivo necessitamos desenvolver maturidade evolutiva; e um dos requisitos é reconhecer-se.
Conhece-te a ti mesmo disse o sábio Sócrates (um dos precursores de Jesus).
A falta de autoconhecimento; e a visão deturpada de nós mesmos é causa de infelicidade.
Alguns sinais de falta de amor próprio
Estamos em desamor conosco; quando não nos aceitamos nem nos gostamos como somos, e até, nos agredimos fisicamente com viciações e exageros de todos os tipos. Não vigiamos o que pensamos, sentimos e o que fazemos conosco, somos suicidas inconscientes.
Alguns sinais indicam auto-estima baixa:
• Desconhecer e não respeitar os próprios limites.
• Portar vícios como: fumo, álcool, drogas, ingerir medicamentos desnecessariamente.
• Adoecer com freqüência.
• Viver em angústia, depressão ou pânico.
• Cultivar sentimentos de menos - valia
• Levar vida sedentária ou praticar exercícios de forma exagerada e narcisista.
• Promover desvios nos instintos, viciando-os para obter prazer. Como fazer do alimento uma fonte de prazer, ser um glutão. Ou também desviar de seus propósitos naturais o uso da energia sexual com exageros ou continências sem sentido.
• A preguiça ou o trabalhar além de seus limites.
• Dismorfismo com fixação mental que leva a anorexia ou desejo interminável de cirurgias plásticas.
Reciclar o conceito de amor é vital para a conquista da felicidade.
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