UM GAME ETERNO

QUEM VAI ME FAZER FELIZ?

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

AMOR SELVAGEM




O verdadeiro amor tem um que de selvagem:

É Xamânico.

Jamais será encontrado nos caminhos que já estão prontos.

O amor na sua pureza não obedece a leis nem a convenções humanas, simplesmente.

É bom reavaliar seu conceito de selvagem.

Acima de tudo o selvagem é independente; obedece apenas a si mesmo; é livre de conceitos e preconceitos.

Amar é compartilhar; nunca seremos capazes de fazê-lo sem independência.


Namastê.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

AMAR É LIBERTAR E LIBERTAR-SE

Os paradigmas atuais a respeito de amor nos aprisionam e nos tornam reféns uns dos outros.

Dica.

Perigo.
Quem vive dizendo:
Preciso de você!
Não vivo sem você!
E, outras coisas do gênero; vai sugar tuas energias, parasitar tua paz e felicidade – se a pessoa aí vive uma situação dessas: melhor se vacinar (pensar melhor) ou cair fora.

Fique tranqüilo: pensar não dói.
Usar a inteligência para evitar aborrecimentos futuros não faz mal a ninguém; pois, após alguns, não muito longos, antes anos, hoje meses, quem sabe, dias, horas - esses mesmos que expressavam sua dependência com palavras melosas as substituem por outras mais azedas:
- Credo que sarna!
– Essa criatura não dá folga!
– Não vejo a hora de me livrar dela!

Cuidado mano – a melhor maneira de se livrar dum “amor xicrete” é não “pisar” nele... Esse negócio de kharma já era – a nova onda é Carma mano! Escolhe direito; mas, se não arriscar, dançou só - ficcionou ou melhor: friccionou...

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

HOMEM OU MULHER?

Se antigamente já era complicado; viver na vida pós-moderna não é fácil.
Estamos nos centrifugando em todos os sentidos possíveis.

Todos nos sentimos, dia menos dia, e a cada dia, mais confusos e atrapalhados em nossa vida de relações humanas.
E grande parte dessas dificuldades seria facilmente evitada; se prestássemos mais atenção a alguns pequenos detalhes do cotidiano; coisas simples, mas muito úteis.

Na vida pessoal, familiar e social, quantos pequenos mal entendidos que somados viram ressentimentos, insatisfações, mágoas e até ódio obsessivo, e que tornam as relações cotidianas entre homens e mulheres uma coisa, às vezes, desagradável e sofrida.
Para a maioria, a maior parte dessas interações problemáticas pode ser resolvida com o aprendizado de um pequeno detalhe: aprender a diferenciar um homem de uma mulher.
Parece cômico que as pessoas não saibam distinguir uma mulher de um homem. Na verdade não sabem ou até podem saber; mas não usam esse conhecimento de forma corriqueira; no psicológico.

É possível que você esteja convicto de que sabe tão bem diferenciar um homem de uma mulher a ponto de nunca ter parado para pensar no assunto; pois essa é uma das coisas que todo mundo sabe ou pensa que sabe; o que, à primeira vista, torna desnecessária sua análise.

Com este bate papo tentamos trazer esse assunto à discussão para conscientizá-lo das significativas diferenças de como funcionam as mulheres e os homens com as devidas ressalvas quanto à forma de reagir e agir individual; e quanto às capacidades diferenciadas de cada pessoa.
Isso pode trazer um novo colorido à sua vida.

Não parou para pensar antes?
Bem; de hoje em diante as dificuldades são maiores; como era de se esperar.
Está mais prá homem ou mais prá mulher?
Qual sua tendência predominante?
Quem foi, foi; quem não foi; será?
Tá gostoso?
Então não se apresse!
Tá mal?
Reflita!

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

HIV E O TEST DRIVE AFETIVO

Uma das maiores aspirações da alma humana, é a de sermos amados. Nessa busca, às vezes insana; nós cometemos muitos desatinos que levam ao sofrer e à sensação de solidão.

No Game Love há uma receita infalível?

Ampliar a consciência para aprender a ser feliz.

Ao longo do tempo, na escalada da evolução; desde que começamos a descer das árvores, as dificuldades em cada fase do game estelar de aprender a amar aumentaram; naturalmente.
Na vida contemporânea, qualquer descuido pode ser fatal: as armadilhas são cada vez mais sutis e perigosas para aqueles cuja consciência estiver em níveis primários de compreensão.
Dentre elas, no momento presente, apenas para ilustrar vamos falar um pouco a respeito de:

Namorar ou ficar?

Eis a questão.
Mas, será mesmo essa a questão?
Embora seja uma dúvida para muitos.
Segundo os valores que comandam os relacionamentos nos dias de hoje (um pouco diferentes, mas nem tanto, dos de sempre), ao longo da História, de certa forma, sempre ficamos antes de começar a namorar. Na realidade, na essência, as modernas relações não diferem das antigas; pois, aparentemente o que faz a diferença entre namorar e ficar é apenas um detalhe chamado: compromisso. Pedir em namoro é algo mais solene, envolve um tipo de obrigação. É uma forma de pacto entre duas pessoas que termina por envolver mais gente na relação (família). Já pedir para ficar ou ficar sem pedir, é uma tentativa de relacionamento ou mesmo um passatempo sem o compromisso solene, sem nenhuma obrigação; qualquer coisa que não dê certo na tentativa: basta um adeus, um até nunca mais, sem comprometimento.

Será?
A atitude de imaginar que as pessoas são descartáveis é uma das muitas armadilhas desse game, onde os jogadores em idade primária da consciência (principiantes) criam muitos embaraços ao seu destino e, ao dos outros.

É inevitável que ao tornar-se normal o antigo estado de amigados ou juntar os trapos; incomode as pessoas educadas de uma maneira mais formal, à antiga, como se costuma dizer.
É normal que elas fiquem escandalizadas com a excessiva leveza de boa parte das relações atuais; especialmente entre a juventude, as pessoas deixam-se levar pela correnteza da vida afetiva como plumas; ou como as antigas relações apelidadas de tico-tico no fubá.
Será que as crianças educadas em ambientes afetivos tão insalubres não desejaram praticar o Love Game de forma diferente das antigas gerações?
Mas:
Bem lá no fundo: não será o sentimento da inveja que leva á crítica?

Afinal:
Essa facilidade de test Drive é boa ou ruim?

Evidente que depende do conjunto das intenções.
Com relativa facilidade nós confundimos liberdade com permissividade.
Colocamos sempre nossos interesses acima dos das outras pessoas; ignorando de forma proposital a lei de causa e efeito.

Evidente que quanto maior a liberdade a recíproca em proporção equivalente chama-se responsabilidade.

O aumento da incidência de HIV entre determinadas faixas da juventude pode ser um alerta...
Quem quiser ver que veja; quem quiser ouvir que ouça...

Mas, que o Test Drive pode ser um direito do consumidor, isso é vero – sabendo usar...

Mas, quem está usando quem?

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

PERCEPÇÃO DA REALIDADE AFETIVA



Não leve nada para o lado pessoal!

No day by day:

Mesmo entre consanguíneos seres trombantes e congruentes as realidades são diferentes.

A teoria da realidade separada; mas igual sustenta que os estados alterados da consciência possuem alguma porcentagem de realidade objetiva; apenas alguma...

Somente a verdade vos libertará disse um mal compreendido Avatar.

Mas, para isso, é preciso:

Alterar o estado de percepção, atenção FOCO:

Quando nosso estado de consciência está alterado; temporariamente não interpretamos, não levamos para o lado pessoal; como costumamos fazer no estado de vigília.

Perceber a realidade sem levar para o lado pessoal; significa experimentar viver como ser pensante sem freios culturais, religiosos – é aprender na essência sem interpretar.

Nesse momento:

Passamos a experienciar uma dimensão que não sabíamos existir.

Raras pessoas do nosso convívio compartilham conosco sua realidade.
Na maior parte do tempo e das vezes; nós estamos divorciados nos ideais, nos desejos e na relação tempo/espaço. O que importa para um ainda não é para o outro...

Daí; o Avatar nos brindou com uma regra simples e Divina: Só faça aos outros o que gostaria de receber:

ISSO.
É VIVER NA REALIDADE INTERATIVA:

AMOR.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

AMOR/DESAMOR E AS LEIS DA FÍSICA CÓSMICA



Durante milênios a perder de vista:
Excedemos os limites da inconsciência.
Do desamor, sofrimento, violência.

Para muitos de nós:
A distância de muitos Universos será pouca...

Até que as vibrações de ódio e desamor sejam atenuadas, favorecendo a paz...

A VIDA NÃO TEM PRESSA...

Mas, a energia do amor é tão célere que para ela não existe espaço-tempo – uma fração de segundo da energia de perdão – seguida daquela do amor incondicional em todas as dimensões transmuta tudo...

Será?

É pagar para ver...
Quem se habilita a ultrapassar a barreira da Física Quântica?

sábado, 13 de novembro de 2010

O AMOR NÃO ABRE MÃO DA INTELIGÊNCIA


Amar não é um simples desvario emocional – um peripaque afetivo recheado de palavras vazias e de conceitos dominadores; até incoerentes; como costumamos praticar no day by day da atualidade.
É incontestável que o afeto, em todas as suas dimensões, desempenha um papel essencial no funcionamento da inteligência.
Sem afeto não haveria interesse, nem necessidade, nem motivação e, conseqüentemente, perguntas ou problemas nunca seriam despertados; não haveria inteligência na sua mais pura e equilibrada acepção.
A afetividade é uma condição indispensável para a constituição da inteligência, embora não seja suficiente; pois, hoje ela é distribuída em todos os aspectos do existir.
A contrapartida é natural: sem inteligência não há afeto. Pessoas pouco dadas a raciocinar são pobres em demonstrações de afeto.
Podemos considerar de duas maneiras diferentes as relações entre afetividade e inteligência. A verdadeira essência da inteligência é a formação progressiva das estruturas operacionais e pré-operacionais durante o desenvolvimento do ser, mas o afeto contribui substancialmente para a formação das várias estruturas cognitivas.
Merece estudo o desenvolvimento afetivo de boa parte das crianças da atualidade em razão da ausência materna na maior parte do tempo; pela necessidade de trabalho fora de casa. O objeto presencial para a criança será a funcionária da creche ou berçário.
Mas, e o que dizer dos órfãos de pais vivos?
É uma incógnita como se fará o desenvolvimento psicológico dessas crianças ao longo dos anos; pois é fato aceito que as relações afetivas da criança com o objeto-mãe, ou com outros objetos-pessoas, são responsáveis pela formação da estrutura cognitiva. Muitos autores entendem que a emoção seja a fonte do conhecimento. Outros entendem que o afeto explica a aceleração ou o retardo da formação das estruturas responsáveis pelo mecanismo da cognição multifocal.
Embora a afetividade seja uma condição necessária, ela não é condição suficiente na formação da estrutura cognitiva. Pois a estrutura da consciência, em si, independe do afeto, mesmo que ela possa acelerada ou retardada por sentimentos, interesse e afeto.
O afeto pode levar a erros momentâneos; que a própria estrutura cognitiva corrige. A própria dinâmica das situações pedagógicas que se formam ao longo da vida corrige os desvios da afetividade; mas, quase sempre através do mecanismo do sofrer.
Imaginemos uma família daquele tipo comum que se desfaz durante o dia - pai para um lado, mãe para outro e a criança fica na escola o dia todo – natural que brote um núcleo de culpa; e os adultos passam a demonstrar afeto para a criança satisfazendo-lhe todas as vontades e presenteando-a em ocasiões indevidas; essa criança possivelmente se tornará uma pessoa mal agradecida, insatisfeita, acha que tudo lhe é possível e permitido; e facilmente torna-se um desses sociopatas tão comuns na atualidade; cuja correção pode demorar; mas não tarda.
Todos os distúrbios na forma de expressar afeto; distorce a percepção e a representação da realidade.
Até na área da ciência cartesiana, pouco a pouco caminhamos em direção à compreensão do Ser Integral.
O conceito de inteligência deixou de ser apenas cognitivo e foi melhorado consideravelmente com a introdução de outras variáveis envolvidas: emoção, sentimento, visão de mundo.
Muito há que ser melhorado ainda:
Pessoas educadas de forma equivocada passam a apresentar cisões em seu comportamento.
Cisões na personalidade?
Cada vez que fixamos isoladamente qualquer das partes que forma nossa personalidade nos separamos de nós mesmos. Exemplo, pessoas que no trabalho são fortes e eficientes e na vida particular são ingênuas, fracas e medrosas.

Devemos nos preocupar muito com o assunto afeto, amor, inteligência; pois, para onde formos carregamos nosso baú de experiências e nossa forma de expressão; até nas múltiplas subdimensões de 4D.
Nas nossas experiências em bater papo com as pessoas que estão hoje polarizadas em 4D confirmamos a importância do respeito, amor e afeto – especialmente tudo que envolve a figura materna - para quebrar as fixações mentais de seres extremamente inteligentes; se considerarmos apenas a inteligência cognitiva; mas, um zero à esquerda com relação á inteligência afetiva.
Evidente que um dia tudo será equacionado; mas até lá; muito sofreremos e faremos sofrer em razão desse grave descuido: deixar de amar e de manifestar afeto. Mas, com inteligência e principalmente com a amorosa disciplina.

Na dúvida sobre o que fazer; apenas ame; mesmo que do seu errado jeito; depois basta consertar amando com inteligência...