UM GAME ETERNO

QUEM VAI ME FAZER FELIZ?

sábado, 16 de fevereiro de 2013

JÁ TENS UM PROJETO DE VIDA?





O ser humano é o único animal capaz de modificar-se a si mesmo...

De criar um destino...

De fazer um projeto de vida.

Isso lhe dá a condição de ser único, ontem, hoje e sempre.
Nunca haverá outro igual.
Em nenhuma época, em nenhum outro momento...

Será verdade?


Pense nisso...


Pensar é tornar-se humano...

Para que e para quem serve tua existência?

domingo, 9 de dezembro de 2012

DISMORFISMO CORPORAL: A CULPA É DA FAMÍLIA E DA SOCIEDADE







Os “bruxos” do bisturi e das drogas que prometem esculpir modelos a serem seguidos; estão á solta.

    Como já foi colocado: hoje a força da mídia é tão grande que muitas crianças e jovens passam a não aceitar seus corpos, para tentarem enquadrar-se nos padrões de beleza ditados por ela.

    Isso gera ansiedade compulsiva que conduz á obesidade; que logo que traz culpa e angústia; o que realimenta o estado ansioso; criando um tipo de suicídio inconsciente do tipo: “já que não sou capaz mesmo é melhor comer até estourar”.

    Numa sociedade que detesta assumir responsabilidade é natural que as causas sejam trocadas pelos efeitos – daí: glândula mais afetada é a tireóide que passa a levar a culpa do sobrepeso, da depressão, da angústia...

    Na outra ponta do processo a recusa em comer leva á anorexia nervosa. Além disso; aumenta de forma preocupante o número de jovens que se submetem á cirurgia plástica com a anuência dos pais e da sociedade.

    Em tempo:

    DISMORFISMO (Segundo o google):

    “Estima-se que cerca de 1-2% da população mundial sofra de uma doença conhecida cientificamente como Dismorfismo Corporal, ou Dismorfofobia, que nada mais é do que o distúrbio em que o indivíduo tem uma percepção errônea sobre sua imagem, se preocupando excessivamente com características reais ou imaginárias sobre sua aparência ou constituição física. Nestes casos o indivíduo pode se imaginar feio, gordo ou fraco, ou ainda pode imaginar que algo no seu corpo não está “normal”, passando a sofrer com isso”.

    Já somos campeões mundiais em cirurgias plásticas em adolescentes – parabéns para nossas famílias e seus valores... 

sábado, 1 de dezembro de 2012

JOGOS DE AMOR: TEM JOGO MELHOR QUE ESSE?






Viver é participar de um eterno jogo.

    A ideia central deste bate papo não é tirar a magia dos jogos de amor, da “paquera”, e até da paixão arrebatadora; nem do tenho o direito de ser feliz - mas sim, convidar o leitor a uma rápida parada para raciocinar a respeito do que é real ou não na anatomia dos jogos de amor.
    Esta conversa virtual pode ajudar a observar e ver o que se encontra por trás de um rosto bonito ou nem tanto, de um corpo atlético ou escultural, de um par de olhos azuis ou castanhos, dentro de muita ou pouca roupa: um ser humano que merece o mesmo respeito e cuidados que desejamos para nós.


Américo Canhoto

 Tá jogando bem ou tá precisando aprender?

sábado, 27 de outubro de 2012

VIVER PARA QUE? - Para que serve nossa vida?




VIVER?
PARA QUE?

     Nadamos, nadamos, nadamos e parece que vamos morrer na praia, feito peixes agonizantes.

     Essa sensação de impotência e de quase desespero está pegando pesado num número cada vez maior de pessoas de todas as idades, classes sociais, de muita ou pouca cultura.
   
     As perguntas:
     De que valeu o esforço?
     Para que tanto empenho, preocupações e sofrimento?

     Elas começam a soar na nossa cabeça, perturbando, desestruturando; e nos fazendo perder: o sono; a memória; a concentração; e para muitos: até o desejo de viver.

     Todo mundo, cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado, e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia.
    Esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo.
Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia.
    Cansei!
    Não agüento mais!
    Chega!
    Basta!
    As perguntas a serem respondidas:
    E daí?
    Vais fazer o quê?

    Vistos de fora (ETs e Cia Ltda.), nós somos uma “koisa” muito engraçada:
   
    Quando espiamos a vida do outro, quando somos expectadores do sofrer dele, do seu fim do mundo, do seu não suporto mais!
    Ele é uma piada, até um bom motivo de chacota.
    E se tivéssemos coragem diríamos em alto e bom som:
    - Tá cansado de quê? Idiota!
    - Tá cansado de “encher o saco” dos outros? Trouxa!
    - Tá cansado de tentar controlar a vida das outras pessoas? Seu metido!
    - Tá cansado de sua vida inútil? Babaca!

    Na vida profissional a conversa é a mesma:
   
    -“Estou morrendo de tanto trabalhar e cada vez ganho menos!”.
    - “Ganhei uma nova função na empresa: mais trabalho e responsabilidade; mas, com o mesmo salário!”.
    - “Não suporto mais aquelas pessoas do meu trabalho, todas tão falsas!

    A relação entre pais e filhos também serve de exemplo:

    - “Prá quê serve você ficar sem dormir, sem comer, sem viver, se eu chego mais tarde, se não te dou satisfação do que faço, do que gosto ou do que quero?”. - Pensam muitos filhos, embora, sem a coragem necessária para verbalizar isso, para suas mães e pais. Então, brigam com seus botões: O que você tem a ver com isso? Eu sou eu e você é você!

    Ouçamos a outra parte, o não agüento mais dos pais:
   
     - Mas, meu filho! Que ingratidão! Tu és minha vida! Tudo que eu faço é para te agradar! Tudo que sofri para conquistar o que tenho só para deixar para você! Se soubesses um décimo do que passei para chegar aonde cheguei! Eu não quero, eu não admito que você passe pelas situações que passei para chegar onde estou! E você não dá valor a nada do que faço!

    Na vida em família baldes de lágrimas são derramados; todos os dias, acompanhados de muita chantagem emocional, tentativa de controle, suborno afetivo..., tudo em vão.
    Pois:
    Tudo vai cair no: não agüento mais!

    Maldita educação (quando deveria ser bendita se atualizada).
    Lamentavelmente fomos treinados a viver a vida dos outros, ignorando a nossa.
    E, desde que não haja envolvimento emocional, nem sentimento de posse; nós somos experts em achar soluções para as dificuldades de outrem.

    Para que serve minha vida?

   Namastê. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

CASTRAÇÃO TERAPÊUTICA?




Muitos trabalhos científicos mostram a relação entre hormônios sexuais e agressividade, violência.
Daí:
Nos seres humanos a castração terapêutica foi institucionalizada em alguns países, e seu uso restringe-se praticamente aos criminosos sexuais.
Mas, de forma planejada ou não:
O sistema de vida contemporâneo criou um fato seletivo que pode parecer cruel ao olhar menos atento e desavisado; isso está sendo feito em larga escala com o uso do sistema de vida que gera o estresse crônico que altera de forma drástica o equilíbrio dos hormônios ligados ao Estresse Crônico ou SGA criando mudanças doentias na fisiologia e patologia tanto de homens quanto de mulheres, cada vez mais sem respeitar idade e fases de maturação.
A legislação de alguns países coloca a castração terapêutica como uma opção voluntária do prisioneiro, cuja não concordância implica em reduzidas chances de sair da prisão. Baseado nas poucas centenas de casos estudados; pode-se dizer que a castração proporciona uma pacificação geral nestes prisioneiros e há um número relativamente pequeno de recidivas.
Mas, fica a questão: se o estresse crônico e o uso abusivo de vacinas, produtos á base de soja (contém altos níveis de isoflavonas – pré-hormônio feminino) levam os machos á impotência com ou sem ereção – como podem reagir ás cobranças educacionais e culturais de potência e desempenho sexual tão cobrado?
E as mulheres como reagem como estimuladoras inúteis dessa farsa da sociedade do gozo?
Autorizamos a castração via modus vivendi; comida e remédios?
Assunto desinteressante para a maioria dos leitores.
Mas na análise da psicopatologia da violência e da agressão, como no restante:
Paramos no tempo?
Somos cobaias assumidas?

domingo, 16 de setembro de 2012

HAVERÁ CURA PARA A SOLIDÃO?




    Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário; pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida num curto prazo, e, vários são os fatores que complicam a resolução.

Íntimos:
Menos valia; egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja, e etc.

Externos:
Educação, cultura, valores sociais, etc.

Outro entrave é a formação de expectativas:
As pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros.

Temos medo de não sermos amados, no entanto, pouco ou nada, fazemos para merecer esse amor.

O solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os ingratos. Quando se descobre interessado em alguém e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada, pois procura de todas as formas: “agradar” ao outro como uma meta; e, não como conseqüência da sua forma de ser e de agir. Essa postura o torna “grudento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se cada vez mais e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio.

Haverá solidão saudável?

sábado, 8 de setembro de 2012





A DESARMONIA NA CONVIVÊNCIA FAMILIAR PODE AJUDAR A ADOECER

Estar junto todos os dias; mais o forte envolvimento afetivo - emocional tornam as relações familiares complicadas um importante foco de doenças.
À primeira vista esse fato parece injusto: adoecer tendo como causa o outro, cria conceitos de vítima e algoz.
Deve ficar claro que não adoecemos por causa do outro; mas devido a nós mesmos, pois é preciso uma característica pessoal para atrair e imantar a energia nociva até o órgão - alvo.
Exemplo, *um intolerante e avarento necessita e terá uma esposa impulsiva e perdulária, e desse atrito cotidiano surgirão doenças nos dois.
* Não é o marido que transformará a esposa em uma pessoa impulsiva e perdulária; caso ela tenha essas tendências, por um mecanismo de indução, elas ficarão bem notórias.

ADOECER EM FUNÇÃO DO OUTRO?

Não estamos condenados a isso; basta que percebamos e façamos a reforma íntima para reverter a doença criada pela situação em andamento; primeiro em quem percebeu o mecanismo; o que trará também reflexos positivos na saúde do outro; sem milagres; pois a lei da relatividade faz com que o tempo de cura seja proporcional ao esforço de mudança.
Exemplo: marido impaciente e intolerante e esposa suscetível e carente.
A tendência de adoecer primeiro é dela; que e a princípio parece vítima e, passa a agir como tal; fixada essa idéia, tenta de forma obsessiva mudar o “carrasco”, sem resultados; o que a leva a sentir: insônia, apetite compulsivo ou anorexia, respiração curta, choro sem motivo, etc. Na seqüência, reforça a mágoa e o ressentimento, seguido de pequenas vinganças cotidianas até na vida sexual ao inventar desculpas para evitá-la; como dor de cabeça e outras concorrentes.
Nessa fase predominam as doenças de expurgo: corizas, dermatites, corrimentos... Persistindo o conflito íntimo e com o marido, surgem doenças mais profundas: fibromas, cistos, displasias, etc.
Embora ela se sinta vítima da impaciência e intolerância do marido, seus algozes são: a susceptibilidade e carência. Se ela tivesse consciência disso, saberia que a atitude mais adequada seria permitir que os “defeitos” do marido fossem corrigidos nas relações de trabalho, no trânsito, na torcida do futebol; não precisamos servir de “ferramenta” para mudar o padrão vibratório do outro.
 Quem busca conhecer-se e modificar-se; deixa de servir de escândalo para os defeitos de caráter dos outros.
Outro problema, é que ao nos sentirmos vítimas; nós deixamos de apreciar as qualidades de quem conosco convive; o que poderia mudar tudo...