UM GAME ETERNO

QUEM VAI ME FAZER FELIZ?

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

MEDO DE AMAR




Muitas almas não acreditam no sentimento do amor e tem medo de amar de fato.

Na longa caminhada da evolução:
Há medos e medos; sofrer e sofreres...
Vivências e experiências...

Muita gente sofre com medo de amar; apenas por não ter seus sonhos de felicidade romantizada e idealizada em outras pessoas.
Mesmo amadas: sentiram-se traídas; mal amadas – até quando não o foram.
Esses são os carentes insatisfeitos.

Incontáveis pessoas têm medo de amar; apenas por, desta vez, desconhecer o que seja amor:

Foram geradas sem intenção.
Quase abortadas; nasceram por milagre.
Abandonadas desde o nascimento em latas de lixo; na rua; maternidades; ou disponíveis para uma adoção que ninguém quis.
Cresceram ao deus dará.
Sobreviveram sem viver.
Sucumbiram aos vícios: álcool; drogas; preguiça; indolência.
Viveram pelas ruas: desprezadas; rotuladas.
Algumas adotaram o amor de um animalzinho que cuidam com muito carinho – para que não morra em suas almas o germe do sentimento do amor.
As pessoas mal amadas; mas de “bem segundo os valores sociais” - mudam de calçada; pois acham que elas são do mal e fazem o favor de dar uns trocados...

Um dia essas pessoas desencarnam e seu medo de amar aumenta.
Essas almas têm muito medo de serem acolhidas; pois os mal amados encarnados tentam convencê-las a aceitarem serem amadas por quem não sabe o que é o amor; até que um dia provem...

A maior parte de nós ainda tem medo de amar; pois num tempo a perder de vista já muito tentamos amar; mas apenas mal amamos...

Está se sentindo mal amado?
Deixa de ser guloso.
Tu não sabes o que é ser mal amado...

Que não precises saber...

domingo, 13 de outubro de 2013


Violência emocional?


    Ameaças diretas ou indiretas de morte, sequestro e chantagem moral tanto ao indivíduo quanto aos seus familiares aumentam a cada dia em todos os grandes centros urbanos. 

     As pessoas comuns tornam-se cada vez mais indefesas e até adoecem devido á elevação do medo e da ansiedade a patamares insuportáveis.

Alerta.

    Uma das cruéis formas de violência emocional presente na sociedade contemporânea, é o assédio sexual tão comum nos lares mal constituídos, onde se misturam enteadas, padrastos e outras formas de parentesco agregado.

     Outro foco são as empresas, onde chefias tentam se aproveitar de subordinados mesmo com as facilidades de denúncia; o problema se agrava e alastra.

Quase sempre as vítimas (muito mais mulheres) tornam-se rés na boca do povo, devido a mecanismos culturais e á aplicação justiça; as pessoas vítimas desse tipo de violência sofrem-na em silêncio, duplamente.

Os violentos e agressivos emocionais de ontem serão os reféns da afetividade hoje?

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Não debocho da tristeza



Não debocho da tristeza.
Não desdenho o desprezo.
Não rio da amargura.
Não desprezo a ignorância.
Não me comprazo com a estupidez; nem mais a acho hilariante.
A tudo que os outros não querem, desdenham, desprezam, evitam...
Eu me rendo, venero e agradeço como mestres que escolhi.
Gratidão.

Namastê.

Mas a todos os mestres do passado, que muitos querem evitar, rendo homenagem; e se quiserem e for preciso: visitem minha alma e serão bem vindos...
Que a tristeza venha vestida com o manto da alegria.
Que o desprezo sobreponha o manto do reconhecimento.
Que a amargura dance com a doçura e que se apaixonem na dança da vida...
Na minha festa de formatura espiritual: quem manda sou eu: O escritor, diretor, ator e platéia.

NAMASTÊ.

sábado, 17 de agosto de 2013

VIDA EM FAMÍLIA: RELACIONAMENTOS OBSESSIVOS



A obsessão é parágrafo inteligente da lei de justiça.

Pois para promover a harmonia, é permitido ao que sentir-se lesado cobrar de quem não cumpriu sua parte. 
Caso deseje, e de acordo com as capacidades desenvolvidas, perdoa ou executa as dívidas; embora segundo a própria lei, ninguém puna ninguém apenas servimos de escândalo para apressar o progresso dos desafetos, num genial processo educativo.
  

Mais comum que a feita por espíritos desencarnados é a causada pela falta de vigilância entre familiares com permuta de pensamentos capazes até de produzir doenças. 

Muitos casais e outros membros das famílias agridem-se em pensamentos, verbalizações ou atitudes; com isso, seus projetos pessoais e familiares nunca se concretizam e a causa está no desperdício de energia que traz de volta antigos problemas que perdurarão até que aprendam a amar-se.

sábado, 27 de julho de 2013

PENSE BEM ANTES DE CHUTAR O PAU DA BARRACA.






Não aguento mais!

Não suporto mais essa criatura!

Quando estamos por aqui ó; de uma relação - o primeiro impulso é o de mandar tudo ás favas, chutar o pau da barraca e resolver a situação logo de uma vez; na busca do merecimento de ser feliz.

Nesses momentos nós nos sentimos no direito de assim agir, e, ainda usamos o álibi: até Jesus chutou o pau da barraca com os vendilhões do templo.
Mas desfazer relações:
Não é tão simples assim.
Já vi muita gente achando que o pau da barraca estava podre e ficar quase ou o resto da vida com o pé da afetividade quebrado (sem contar o pé de meia).

Quando a relação se origina de uma construção mental:

Pode ser resolvida mais facilmente.
Basta: arrazoar, discutir, negociar, planejar; organizar; e depois executar uma construção mental diferente e oposta.

Mas:

Se a experiência sofreu a ação das emoções e sentimentos:

Ela fixa-se; torna-se mais profunda e rija; tornando difícil a resolução.

Se a vontade de mudança ainda é inconsciente ou subconsciente:

Será preciso trazê-la sistematicamente, ao foco da consciência para que seja elaborada até a resolução concordante.

Quando alicerçada na área das emoções/sentimentos:

A resolução deve ser racionalizada; passando pela peneira dos porquês; sistematicamente; para a mudança de padrão ou desmonte da barraca.

Menos perigoso e cruel do que chutar o pau da barraca nas relações é: 
DESMONTAR JUNTO... 

– Sem armar o maior barraco...

sábado, 16 de fevereiro de 2013

JÁ TENS UM PROJETO DE VIDA?





O ser humano é o único animal capaz de modificar-se a si mesmo...

De criar um destino...

De fazer um projeto de vida.

Isso lhe dá a condição de ser único, ontem, hoje e sempre.
Nunca haverá outro igual.
Em nenhuma época, em nenhum outro momento...

Será verdade?


Pense nisso...


Pensar é tornar-se humano...

Para que e para quem serve tua existência?

domingo, 9 de dezembro de 2012

DISMORFISMO CORPORAL: A CULPA É DA FAMÍLIA E DA SOCIEDADE







Os “bruxos” do bisturi e das drogas que prometem esculpir modelos a serem seguidos; estão á solta.

    Como já foi colocado: hoje a força da mídia é tão grande que muitas crianças e jovens passam a não aceitar seus corpos, para tentarem enquadrar-se nos padrões de beleza ditados por ela.

    Isso gera ansiedade compulsiva que conduz á obesidade; que logo que traz culpa e angústia; o que realimenta o estado ansioso; criando um tipo de suicídio inconsciente do tipo: “já que não sou capaz mesmo é melhor comer até estourar”.

    Numa sociedade que detesta assumir responsabilidade é natural que as causas sejam trocadas pelos efeitos – daí: glândula mais afetada é a tireóide que passa a levar a culpa do sobrepeso, da depressão, da angústia...

    Na outra ponta do processo a recusa em comer leva á anorexia nervosa. Além disso; aumenta de forma preocupante o número de jovens que se submetem á cirurgia plástica com a anuência dos pais e da sociedade.

    Em tempo:

    DISMORFISMO (Segundo o google):

    “Estima-se que cerca de 1-2% da população mundial sofra de uma doença conhecida cientificamente como Dismorfismo Corporal, ou Dismorfofobia, que nada mais é do que o distúrbio em que o indivíduo tem uma percepção errônea sobre sua imagem, se preocupando excessivamente com características reais ou imaginárias sobre sua aparência ou constituição física. Nestes casos o indivíduo pode se imaginar feio, gordo ou fraco, ou ainda pode imaginar que algo no seu corpo não está “normal”, passando a sofrer com isso”.

    Já somos campeões mundiais em cirurgias plásticas em adolescentes – parabéns para nossas famílias e seus valores... 

sábado, 1 de dezembro de 2012

JOGOS DE AMOR: TEM JOGO MELHOR QUE ESSE?






Viver é participar de um eterno jogo.

    A ideia central deste bate papo não é tirar a magia dos jogos de amor, da “paquera”, e até da paixão arrebatadora; nem do tenho o direito de ser feliz - mas sim, convidar o leitor a uma rápida parada para raciocinar a respeito do que é real ou não na anatomia dos jogos de amor.
    Esta conversa virtual pode ajudar a observar e ver o que se encontra por trás de um rosto bonito ou nem tanto, de um corpo atlético ou escultural, de um par de olhos azuis ou castanhos, dentro de muita ou pouca roupa: um ser humano que merece o mesmo respeito e cuidados que desejamos para nós.


Américo Canhoto

 Tá jogando bem ou tá precisando aprender?

sábado, 27 de outubro de 2012

VIVER PARA QUE? - Para que serve nossa vida?




VIVER?
PARA QUE?

     Nadamos, nadamos, nadamos e parece que vamos morrer na praia, feito peixes agonizantes.

     Essa sensação de impotência e de quase desespero está pegando pesado num número cada vez maior de pessoas de todas as idades, classes sociais, de muita ou pouca cultura.
   
     As perguntas:
     De que valeu o esforço?
     Para que tanto empenho, preocupações e sofrimento?

     Elas começam a soar na nossa cabeça, perturbando, desestruturando; e nos fazendo perder: o sono; a memória; a concentração; e para muitos: até o desejo de viver.

     Todo mundo, cada um do seu jeito, anda se queixando que está esgotado, e, que não agüenta mais levar essa “sofrida vida”, esse calvário, nem mais um dia.
    Esse estado de sentir-se é um coquetel de emoções: uma mistura de desalento, tristeza, angústia, ansiedade, insatisfação e medo.
Resumindo: frustração mal elaborada somada a um processo de neurastenia.
    Cansei!
    Não agüento mais!
    Chega!
    Basta!
    As perguntas a serem respondidas:
    E daí?
    Vais fazer o quê?

    Vistos de fora (ETs e Cia Ltda.), nós somos uma “koisa” muito engraçada:
   
    Quando espiamos a vida do outro, quando somos expectadores do sofrer dele, do seu fim do mundo, do seu não suporto mais!
    Ele é uma piada, até um bom motivo de chacota.
    E se tivéssemos coragem diríamos em alto e bom som:
    - Tá cansado de quê? Idiota!
    - Tá cansado de “encher o saco” dos outros? Trouxa!
    - Tá cansado de tentar controlar a vida das outras pessoas? Seu metido!
    - Tá cansado de sua vida inútil? Babaca!

    Na vida profissional a conversa é a mesma:
   
    -“Estou morrendo de tanto trabalhar e cada vez ganho menos!”.
    - “Ganhei uma nova função na empresa: mais trabalho e responsabilidade; mas, com o mesmo salário!”.
    - “Não suporto mais aquelas pessoas do meu trabalho, todas tão falsas!

    A relação entre pais e filhos também serve de exemplo:

    - “Prá quê serve você ficar sem dormir, sem comer, sem viver, se eu chego mais tarde, se não te dou satisfação do que faço, do que gosto ou do que quero?”. - Pensam muitos filhos, embora, sem a coragem necessária para verbalizar isso, para suas mães e pais. Então, brigam com seus botões: O que você tem a ver com isso? Eu sou eu e você é você!

    Ouçamos a outra parte, o não agüento mais dos pais:
   
     - Mas, meu filho! Que ingratidão! Tu és minha vida! Tudo que eu faço é para te agradar! Tudo que sofri para conquistar o que tenho só para deixar para você! Se soubesses um décimo do que passei para chegar aonde cheguei! Eu não quero, eu não admito que você passe pelas situações que passei para chegar onde estou! E você não dá valor a nada do que faço!

    Na vida em família baldes de lágrimas são derramados; todos os dias, acompanhados de muita chantagem emocional, tentativa de controle, suborno afetivo..., tudo em vão.
    Pois:
    Tudo vai cair no: não agüento mais!

    Maldita educação (quando deveria ser bendita se atualizada).
    Lamentavelmente fomos treinados a viver a vida dos outros, ignorando a nossa.
    E, desde que não haja envolvimento emocional, nem sentimento de posse; nós somos experts em achar soluções para as dificuldades de outrem.

    Para que serve minha vida?

   Namastê. 

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

CASTRAÇÃO TERAPÊUTICA?




Muitos trabalhos científicos mostram a relação entre hormônios sexuais e agressividade, violência.
Daí:
Nos seres humanos a castração terapêutica foi institucionalizada em alguns países, e seu uso restringe-se praticamente aos criminosos sexuais.
Mas, de forma planejada ou não:
O sistema de vida contemporâneo criou um fato seletivo que pode parecer cruel ao olhar menos atento e desavisado; isso está sendo feito em larga escala com o uso do sistema de vida que gera o estresse crônico que altera de forma drástica o equilíbrio dos hormônios ligados ao Estresse Crônico ou SGA criando mudanças doentias na fisiologia e patologia tanto de homens quanto de mulheres, cada vez mais sem respeitar idade e fases de maturação.
A legislação de alguns países coloca a castração terapêutica como uma opção voluntária do prisioneiro, cuja não concordância implica em reduzidas chances de sair da prisão. Baseado nas poucas centenas de casos estudados; pode-se dizer que a castração proporciona uma pacificação geral nestes prisioneiros e há um número relativamente pequeno de recidivas.
Mas, fica a questão: se o estresse crônico e o uso abusivo de vacinas, produtos á base de soja (contém altos níveis de isoflavonas – pré-hormônio feminino) levam os machos á impotência com ou sem ereção – como podem reagir ás cobranças educacionais e culturais de potência e desempenho sexual tão cobrado?
E as mulheres como reagem como estimuladoras inúteis dessa farsa da sociedade do gozo?
Autorizamos a castração via modus vivendi; comida e remédios?
Assunto desinteressante para a maioria dos leitores.
Mas na análise da psicopatologia da violência e da agressão, como no restante:
Paramos no tempo?
Somos cobaias assumidas?

domingo, 16 de setembro de 2012

HAVERÁ CURA PARA A SOLIDÃO?




    Resolver o problema íntimo de sentir-se triste e solitário; pode tornar-se uma coisa difícil de ser resolvida num curto prazo, e, vários são os fatores que complicam a resolução.

Íntimos:
Menos valia; egoísmo, orgulho, medo, preguiça, inveja, e etc.

Externos:
Educação, cultura, valores sociais, etc.

Outro entrave é a formação de expectativas:
As pessoas temem sentirem-se sós ou desamparadas e querem que as outras gostem de estar com elas sem que tenham que dar atenção ou retribuir as manifestações de cuidados ou de afeto dos outros.

Temos medo de não sermos amados, no entanto, pouco ou nada, fazemos para merecer esse amor.

O solitário doentio costuma sentir-se vítima dos outros, abandonado, esquecido. Pois, enxerga apenas segundo a visão voltada apenas para si e seus interesses; os outros são sempre os ingratos. Quando se descobre interessado em alguém e, deseja se aproximar; o faz de forma inadequada, pois procura de todas as formas: “agradar” ao outro como uma meta; e, não como conseqüência da sua forma de ser e de agir. Essa postura o torna “grudento” incomodando as outras pessoas que, logo se afastam dele, o que reforça sua sensação de vítima, num círculo vicioso; isolando-se cada vez mais e, tornando-se cada vez mais desconfiado e arredio.

Haverá solidão saudável?

sábado, 8 de setembro de 2012





A DESARMONIA NA CONVIVÊNCIA FAMILIAR PODE AJUDAR A ADOECER

Estar junto todos os dias; mais o forte envolvimento afetivo - emocional tornam as relações familiares complicadas um importante foco de doenças.
À primeira vista esse fato parece injusto: adoecer tendo como causa o outro, cria conceitos de vítima e algoz.
Deve ficar claro que não adoecemos por causa do outro; mas devido a nós mesmos, pois é preciso uma característica pessoal para atrair e imantar a energia nociva até o órgão - alvo.
Exemplo, *um intolerante e avarento necessita e terá uma esposa impulsiva e perdulária, e desse atrito cotidiano surgirão doenças nos dois.
* Não é o marido que transformará a esposa em uma pessoa impulsiva e perdulária; caso ela tenha essas tendências, por um mecanismo de indução, elas ficarão bem notórias.

ADOECER EM FUNÇÃO DO OUTRO?

Não estamos condenados a isso; basta que percebamos e façamos a reforma íntima para reverter a doença criada pela situação em andamento; primeiro em quem percebeu o mecanismo; o que trará também reflexos positivos na saúde do outro; sem milagres; pois a lei da relatividade faz com que o tempo de cura seja proporcional ao esforço de mudança.
Exemplo: marido impaciente e intolerante e esposa suscetível e carente.
A tendência de adoecer primeiro é dela; que e a princípio parece vítima e, passa a agir como tal; fixada essa idéia, tenta de forma obsessiva mudar o “carrasco”, sem resultados; o que a leva a sentir: insônia, apetite compulsivo ou anorexia, respiração curta, choro sem motivo, etc. Na seqüência, reforça a mágoa e o ressentimento, seguido de pequenas vinganças cotidianas até na vida sexual ao inventar desculpas para evitá-la; como dor de cabeça e outras concorrentes.
Nessa fase predominam as doenças de expurgo: corizas, dermatites, corrimentos... Persistindo o conflito íntimo e com o marido, surgem doenças mais profundas: fibromas, cistos, displasias, etc.
Embora ela se sinta vítima da impaciência e intolerância do marido, seus algozes são: a susceptibilidade e carência. Se ela tivesse consciência disso, saberia que a atitude mais adequada seria permitir que os “defeitos” do marido fossem corrigidos nas relações de trabalho, no trânsito, na torcida do futebol; não precisamos servir de “ferramenta” para mudar o padrão vibratório do outro.
 Quem busca conhecer-se e modificar-se; deixa de servir de escândalo para os defeitos de caráter dos outros.
Outro problema, é que ao nos sentirmos vítimas; nós deixamos de apreciar as qualidades de quem conosco convive; o que poderia mudar tudo...

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

O CASAMENTO ACABOU?



Para que casar?

Meu filho, minha filha não cometa essa besteira, pois casar hoje não segura marido nem mulher; e o que é pior, nem filhos mais seguram casamentos; casa-se e separa-se como se troca de roupa.

Vários fatores contribuem para aumentar o casa/descasa em larga escala, vejamos alguns deles:
O principal e mais importante é a falta de maturidade psicológica.

Além disso:
As condições de instabilidade e de insegurança do momento atual cria em nós uma ânsia de aproveitarmos o que a vida tem de prazeroso a oferecer; e como somos imaturos, a convivência é cada vez mais difícil e dolorosa.

Passada a fase de romance uns sempre põem a culpa nos outros pela sua insatisfação; acontecimentos da sua vida e a própria falta de competência em ser feliz e realizado.
Daí vão em busca ou já buscam mesmo durante a relação em curso, aquele alguém que os fará feliz.
E, assim leva-se a vida.
Outro motivo: não nos damos tempo para compreender e nem para aceitar a outra parte como ela é.

Para aumentar a dimensão desse casa e descasa ou do pula/pula a cerca do respeito às juras e aos solenes, e caros prá burro, compromissos; a liberação da mulher contribuiu; pois antes poucas tinham coragem de abandonar os maridos infiéis ou outros motivos íntimos. Antes uma mulher descasada era mal vista socialmente; mas a globalização aumentou o número de descasados e de forma saudável banalizou o fato.

Outro fator no aumento do casa/descasa é sócio/cultural, o conceito amor e vida conjugal é muito romanceado na sociedade, principalmente pela mídia. Planta-se a idéia na cabeça das crianças e dos jovens daquela maravilhosa e eterna vida de felicidade a dois; porém, o dia a dia de dois imaturos, egoístas e pouco preparados na afetividade, mostra exatamente o contrário; levando-os à angustia, à sensação de fracasso, incompetência, irritabilidade, depressão e até à doença física; pois um sempre espera do outro o que ele ainda não tem para oferecer fora do momento da relação sexual, ou até antes e durante. E  pior: um espera do outro o que ele mesmo não oferece. Todos querem receber sem a contrapartida de dar. Fazem questão de ignorar a lei de retorno:
É dando que se recebe.
Mas veja lá o que estamos dando ao outro.

Não projetemos nos filhos e filhas nossa falta de competência afetiva.

Que casamento acabou?

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A FORÇA DO "TESÃO"



    
     Um parênteses ou uma reparação se faz necessária sobre o conceito de “Tesão”. Sua origem do latim (tensio, tensionis) quer dizer: rigeza, tesura, força, intensidade, ímpeto.
     Desenvolvido e controlado pela razão ele pode nos servir como a “catapulta” para o progresso; pois, é o padrão de sentir capaz de nos guindar aos cumes da evolução já que é uma força volitiva intensa. Uma torrente de energia capaz de grandes renovações em nosso íntimo.   
    O segredo é direcionar essa força volitiva com inteligência e de acordo com as Leis da Vida.
    A maioria de nós ainda se dá mal ao usar a força do tesão por algo. Pois, deixamos o comando, o direcionamento ser feito pela perversão dos instintos na busca do prazer a qualquer preço, que obscurece a razão ainda mal desenvolvida.
    Por não sabermos exatamente o que queremos para nós; matamos o tesão com a dúvida.
     A força do tesão não admite dúvidas nem aceita condições, quer e pronto; ela quando posta a serviço da evolução pessoal e coletiva é uma fé inabalável, que não se detém frente a nenhum obstáculo, nenhuma dificuldade, nenhum impedimento.
    Tenhamos tesão por tudo e por todos que a vida coloca à nossa frente.
    Mas:
    Sem dúvida, a melhor aplicação da força do tesão é na reforma de nós mesmos. Na reforma íntima. Na busca da paz e da felicidade inabalável...
    A força do tesão é relativa:
    Acelera a evolução de cada um segundo sua condição já conquistada. Segundo seu momento evolutivo pessoal e coletivo.
    Alguns exemplos de pessoas que bem usaram essa força.
    Apenas alguns:
    Zoroastro. Moisés. Buda. Sócrates. Platão. Galileu. Mozart. Santo Agostinho. São Francisco de Assis. Ghandi. Einstein. Madre Teresa de Calcutá. Betinho. Francisco C Xavier.  E quem sabe: você. Dois exemplos marcantes do uso da força do tesão: O Saulo que virou Paulo, e Maria de Magdala que virou Madalena
    Quer matar em si a força do Tesão?:
    Espere da vida o que não fez por merecer.
    Aguarde dos outros; o que eles não têm ainda para lhe ofertar.
    A força do tesão é algo íntimo.
    Não pode ser condicionada a nada nem a ninguém.
    Quando a conseguires, terás alcançado na tua intimidade o êxtase perene.
    Se a perderes estarás morto; claro que de forma temporária.
    

sábado, 14 de julho de 2012

MÍDIA – SEXUALIDADE – CASTRAÇÃO – VIOLÊNCIA: QUE ROLO!




Será que agressividade e violência vêm mesmo aumentando a olhos vistos?

Se tu achas que sim; aponta causas.

Eu inventei a brincadeira: então; eu começo.

Fator 1 – SEXO.
Será que o atual sistema de comunicação que estimula desde tenra idade a sexualidade exacerbada e voltada para o gozo a qualquer preço e custo; tem a ver com o aumento da agressividade e da violência?
É possível; pois:
Parece ser de importância fundamental o papel da falta de equilíbrio dos hormônios sexuais no perfil da agressividade do indivíduo. Durante séculos o conhecimento geral atesta o fato de um garanhão selvagem castrado tornar-se muito mais dócil. Da mesma forma que a castração de um touro selvagem transforma-o num boi trabalhador e submisso.
Ao que tudo indica a castração via alimentos com altos teores de isoflavona (pré-hormônio feminino) e alguns fármacos de uso corriqueiro e contínuo – não está dando conta do recado – embora tenha alavancado demais a venda de fármacos para manter a ereção.
A perda da libido somada ao que a mídia apregoa para ser vencedor no gozo sexual cria sérios distúrbios, como o aumento das atitudes psicopatas de crimes envolvendo a sexualidade.
Que rolo!
Fator 2 – Competição neurótica.
Será agressão com suas várias nuances da atualidade apenas um reflexo instintivo de defesa?
Contra quem?
Si mesmo, por não aceitar suas limitações. O parceiro concorrente.
Contra o que?
Não atender as expectativas que lhe foram impostas.
Para não deixar de ser vencedor?
Possuir mais. Ter mais. Gozar mais. Aproveitar mais.

QUE ROLO.

Parece que estamos perdendo o tesão de viver.

Sua vez.
Claro: se o assunto te interessar.

domingo, 1 de julho de 2012

AS COISAS MUDAM...

A MULHER VASSOURINHA HOJE É FICADEIRA...


    A namoradeira é um tipo de versão feminina do galã ou Don Juan insatisfeita sempre e vazia.

    Para compensar sua insegurança busca superar as concorrentes a qualquer custo.
Nem sempre são as mais bonitinhas da turma.
Antigamente ficavam faladas no pedaço; mas as coisas mudaram um pouco e hoje pode até significar status frente á patota; no entanto, no fundo mesmo, as coisas não mudaram tanto, a modernidade nesse campo quase sempre é da boca para fora...

Novos tempos.
Novos desafios...

quinta-feira, 10 de maio de 2012

DIA DAS MÃES: ÉPOCA DE AMAR
O amor de mãe como protótipo do amor de Deus por nós desde há muito é cantado em prosa e verso. Nestes dias próximos ao reservado para homenagear as almas que nos acolheram em 3D vamos relembrar para os que ainda podem usufruir desse momento presencial que, na demonstração e no treinamento de amar: Todos os sentidos estão envolvidos no processo. Aprendemos a cada dia a conhecer a importância de um afago, um beijo, um abraço, um olhar, traduzindo o amor de alguém por nós. É importante que aprendamos a amar usando todos os sentidos. • A visão: em se tratando de amor, apenas um olhar é capaz de expressar o que mil palavras não conseguiriam traduzir. • A fala: o amor deve ser verbalizado sempre, pois a palavra tem um expressivo poder criativo. • A audição: ouvir que se é amado, anima, consola e desperta também o desejo de expressar o amor. • O tato: sentir na pele o amor revigora os sentimentos mais íntimos pelas outras pessoas, quem recebe um afago sente logo o desejo de retribuir. • O olfato: o amor tem um odor peculiar e pessoal, que se espalha pela intimidade do ser estimulando o amor. • O paladar: quem ama sabe que o amor tem um gosto todo especial. Para vivermos com equilíbrio e para aprendermos a amar em toda sua plenitude necessitamos de amor físico: olhares de amor, palavras de amor, carinho, afago, beijos, abraços, relações sexuais, enfim, necessitamos de contato físico. Para os que não podem mais curtir esse momento presencial: Nossos sentidos ainda são incapazes de estudar a ação do amor na dimensão extra/física, mas o corpo físico devolve na forma de sensações o que ali ocorre. Se nós pensamos e sentimos amor, o toque, o carinho, o afago se nos apresentam como sensações boas e prazerosas através das lembranças. A forma de nós nos comunicarmos com nossos filhos e mães que já estão nos aguardando no plano astral é feito de boas, felizes e saudosas lembranças. Afagar, conversar, ouvir e abraçar em pensamento é real. Aproveitemos: É época de amar. Namastê.

domingo, 15 de abril de 2012

A SEXUALIDADE PERDENDO O GLAMOUR




A velocidade com que as conquistas de usufruir da sexualidade aumentam a cada dia deve trazer reflexões viagrenses a respeito de sex appeal e sex shop.

Dia destes conversando um uma turma que já passou dos enta surgiu o assunto.

Saudades das brincadeiras sexuais da infância de antigamente: brincar de médico, de casinha, de cabana, de papai e mamãe.
Hoje a menina leva o amiguinho para casa sob o pretexto de fazer lições e num determinado momento grita para a mãe:
- Manhêee! Com seis anos eu posso engravidar?
– Não minha filha!
– Então, tontinua Joãozinho!

A adolescente que chega em casa e diz para a mãe numa boa:
- Mãe na balada de ontem peguei chato! Tô com chato!

No passado:
Isso ia dar xilique, peripake e tudo que havia de direito:

- Como minha filha? Pegou chato? O que andou fazendo? Teu pai vai nos matar! Deixa que eu vou até a farmácia e compro uma lata de “neocid”.

Hoje:
Garota; capricha na maquiagem que tu na próxima balada pega um cara mais legal – mas não esquece de levar camisinha; pois esses garotos de hoje são avoados.

Uma das muitas coisas que falta na educação sexual:

Na relação o orgasmo não pode ser o objetivo, e, sim conseqüência.

Namastê.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

INTERAÇÃO FÍSICA E EXTRAFÍSICA NAS RELAÇÕES





A maneira como somos vistos pelas outras pessoas depende do que pensamos delas...

Nas ainda mal interpretadas verdades religiosas o Verbo Criador não é a palavra mas o pensamento. Tudo bem que Jesus e outros Avatares sejam a forma com que Deus nos expressou seus pensamentos e desejos a nosso respeito.
Mas:
A verdade ou realidade é o pensar, sentir e agir. Não foi á toa que Jesus nos recomendou vigiar e orar; pois a vida está no bem ou mal pensar e sentir; o agir é o verbo.

Parte de nossos problemas e dificuldades em atingir o que a Fonte Criadora espera de nós, reside na falta de vigilância no pensar.

Pela sua expansibilidade as relações começam nos corpos extrafísicos; dessa forma, pode ocorrer interação com envolvimento dos sentidos físicos ou não; exemplo: quando estamos numa sala ocupamos todo espaço, ao entrar outra pessoa ele é dividido e, há uma interação energética. Observemos, como num local público, de repente, nos sentimos diferentes e interpretamos essa sensação como prazerosa ou causadora de desprazer e, olhando à volta, identificamos quem dos ali presentes é a fonte irradiante dessa energia que atinge o corpo físico nos plexos nervosos, modifica a função das glândulas e gera sensações que, serão interpretadas.

Essa é a lei de eletromagnetismo que dá origem às sensações de simpatia ou antipatia e da tão famosa paixão à primeira vista.

Aproveita e reconcilia-te com teu inimigo enquanto está a caminho com ele – alguns minutos diários de vibrações positivas de amor, paz e reconciliação com desafetos e malas sem alça da vida fazem verdadeiros milagres.

Ensinamos essas técnicas aos nossos pacientes conforme está resumido no livro; Saúde ou Doença: a escolha é sua.

Fácil, gratuito, sem efeitos colaterais e resultados quase garantidos (rsss).

Namastê.

sábado, 24 de março de 2012

PENSAR – SENTIR – AGIR






Inspirar, expirar; pensar, sentir; vida, ação...

Se tu estás pensando demais; pára para sentir.
Se tu estás sentindo demais; pára para pensar, mas nunca deixa de sentir.

Pensar é fácil; não dói; não requer prática nem tanta habilidade.
Já sentir, é um processo mais complexo; pois envolve a mente e o coração.

Na dúvida sobre o que fazer: sente; que um dia teu sentir vai virar amor.